Quem está por trás de O Som das Asas: a história de quem escuta o invisível
- Débora Regina
- 7 de abr.
- 3 min de leitura
Atualizado: 10 de abr.
Se você chegou até aqui, talvez já tenha sentido algo diferente. Talvez tenha se reconhecido em alguma palavra, em alguma sensação, em algum silêncio que também fala. O Som das Asas não nasceu por acaso — e por trás desse espaço existe uma história, um caminho e uma escuta que foi construída com o tempo.

Eu sou a Débora a criadora de O Som das Asas, e antes de tudo, sou alguém que também precisou parar, olhar para dentro e reconhecer que algo não estava no lugar.
Eu segui um caminho considerado seguro. Me formei, iniciei especializações, continuei estudando, buscando crescer dentro de uma estrutura que, em teoria, fazia sentido. Mas, em algum momento, mesmo fazendo tudo “certo”, eu comecei a sentir que algo dentro de mim não acompanhava esse movimento.
Era como se, por fora, tudo estivesse organizado… mas por dentro, algo pedisse pausa.
E foi nesse ponto que precisei fazer uma escolha difícil: desacelerar, me afastar do caminho que eu vinha seguindo e olhar para aquilo que realmente precisava de atenção — eu.
Deixar para trás a faculdade e as pós-graduações não foi uma decisão simples. Não foi impulsiva, nem confortável. Foi um processo. Um processo de escuta, de confronto, de entendimento e, principalmente, de cura, e devo deixar claro, foi doloroso.
Porque, em algum momento, eu compreendi algo essencial: não é possível conduzir o outro com verdade sem antes se atravessar por dentro.
Foi nesse processo que as leituras começaram a ganhar outro significado. O baralho cigano, o tarot e o reiki deixaram de ser apenas ferramentas e se tornaram formas de compreensão. Não só sobre o outro, mas sobre mim, sobre os ciclos, sobre as repetições, sobre as escolhas e sobre aquilo que muitas vezes não conseguimos nomear.
O Som das Asas nasce exatamente desse lugar.
Um lugar real, vivido, atravessado. Um espaço que não foi criado apenas para oferecer respostas, mas para acolher processos.
Aqui, cada leitura carrega intenção. Cada palavra carrega responsabilidade. Porque, mais do que interpretar símbolos, o que realmente importa é traduzir o que a pessoa já sente — mas ainda não conseguiu organizar.
Ao longo do tempo, fui entendendo que muitas pessoas não estão apenas em busca de respostas rápidas. Elas estão cansadas. Cansadas de tentar, de repetir padrões, de não entender o que sentem ou por que certas situações continuam acontecendo.
E, muitas vezes, o que essas pessoas mais precisam não é de alguém que diga o que fazer…mas de alguém que realmente escute.
Por isso, dentro de O Som das Asas, o trabalho vai além das leituras. Existe presença. Existe tempo. Existe espaço para sentir, falar, refletir e reorganizar.
Seja através do baralho cigano, do tarot, da leitura de mãos ou de práticas energéticas como o reiki, o objetivo nunca é impor caminhos, mas iluminar possibilidades. Trazer consciência. Abrir visão. Não uma verdade absoluta, mas uma ajuda, um amparo.
Porque quando você entende, você escolhe diferente.E quando você escolhe diferente, a sua vida começa a se reorganizar.
O Som das Asas também é sobre isso: transformação com consciência.
Se você chegou até aqui, talvez esteja em um momento de transição. Talvez esteja buscando entender algo que ainda não está claro. Ou talvez só precise de um espaço onde não precise explicar tudo, mas ainda assim ser compreendido.
E é exatamente isso que você encontra aqui.
Porque, no fim, O Som das Asas não é sobre alguém que tem todas as respostas.É sobre alguém que aprendeu a escutar — e que hoje caminha ao lado de quem também está tentando se ouvir.



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